Posso , eu , defini-lo,amor ?!...
Recuso profana indagação!
O amor é espaço permissível ,
bem que se transforma .
É por ti amor , que hei de cantar :
Quão formosa é a vida !
Não basta as cores do oceano
para pintar-te
ei-lo ai , amor para amar , e não para versar ou pintar
Não foi achada tamanha plenitude nas artes .
Ah
Tu não estás preso a denominações impostas
ou respostas plausíveis
És decisão algoz
Deleite dos sonhadores
Deveras afirmo :
É por ti amor , que hei de cantar :
Quão formosa é a vida !
Não basta as cores do oceano
para pintar-te
ei-lo ai , amor para amar , e não para versar ou pintar
Não foi achada tamanha plenitude nas artes .
Estás vívido no corpo ,
Tu bates , e a cada pulsação gritas :
OH MEU APEGO , VIVO POR TI !
É pelo amor que tos é "amado "
Carinho recíproco
Ah amor , tu és canção em m'alma .
É por ti amor , que hei de cantar :
Quão formosa é a vida !
Não basta as cores do oceano
para pintar-te
ei-lo ai , amor para amar , e não para versar ou pintar
Não foi achada tamanha plenitude nas artes .
Certo , é , um dia o sol nascerá desnudo
M'alma estará nua de auroras
Os dias maus virão
Mais tu amor , serás motivo de existência .
Será por ti amor , que sempre irei cantar :
Formosa continua , tu , vida !
Não bastou as cores do oceano para pintar-te
Ei -lo vívido no ato da complacência e não do versar ou pintar
Foi achada tamanha plenitude para defini-lo :
És tu esperança , que embora cândida , se entrelaça ao amor
Me dando afinado gosto pela vida !
O amor é espaço permissível ,
bem que se transforma .
É por ti amor , que hei de cantar :
Quão formosa é a vida !
Não basta as cores do oceano
para pintar-te
ei-lo ai , amor para amar , e não para versar ou pintar
Não foi achada tamanha plenitude nas artes .
Ah
Tu não estás preso a denominações impostas
ou respostas plausíveis
És decisão algoz
Deleite dos sonhadores
Deveras afirmo :
É por ti amor , que hei de cantar :
Quão formosa é a vida !
Não basta as cores do oceano
para pintar-te
ei-lo ai , amor para amar , e não para versar ou pintar
Não foi achada tamanha plenitude nas artes .
Estás vívido no corpo ,
Tu bates , e a cada pulsação gritas :
OH MEU APEGO , VIVO POR TI !
É pelo amor que tos é "amado "
Carinho recíproco
Ah amor , tu és canção em m'alma .
É por ti amor , que hei de cantar :
Quão formosa é a vida !
Não basta as cores do oceano
para pintar-te
ei-lo ai , amor para amar , e não para versar ou pintar
Não foi achada tamanha plenitude nas artes .
Certo , é , um dia o sol nascerá desnudo
M'alma estará nua de auroras
Os dias maus virão
Mais tu amor , serás motivo de existência .
Será por ti amor , que sempre irei cantar :
Formosa continua , tu , vida !
Não bastou as cores do oceano para pintar-te
Ei -lo vívido no ato da complacência e não do versar ou pintar
Foi achada tamanha plenitude para defini-lo :
És tu esperança , que embora cândida , se entrelaça ao amor
Me dando afinado gosto pela vida !

2 comentários:
Ah, quão vivo e vil se mostra o amor imortal
em partes profanas, profundas feridas.
o canto caseiro, instrumento faceiro
nas cordas ligeiro, com arcos em breu.
Se cantas o amor, tocas os seres.
tocadas as notas, ganhaste mais um.
que liiiiiiiiindo !
violino <3
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