terça-feira, 4 de julho de 2017


Enquanto existir o amanhã
Enquanto existir o quero 
Enquanto existir o que será 
Haverá amor.
Haverá amor entidade 
Haverá o amor conjugado: amar .
Enquanto existir o Há de vir existirá a esperança
Existira a fé de dias melhores
Existirá novas promessas, 
anseios, 
beijos
Existirá amantes.
Enquanto houver futuro nada estará perdido.
Haverá o primeiro choro
O primeiro delírio, 
O desgaste dos sapatos em lugares não conhecidos.
Enquanto houver, tudo que passou ainda será
Um ciclo perene aonde só mudam as personagens.
O futuro iniciou-se milênios atrás,
E se renova.
Não é o mesmo de outrora 
Mas ainda permanece com sua identidade. 
E o frêmito de viver,
é o anseio do Há de vir
e a possibilidade de Ser.
Tempo que é subjetivo,
e que ainda que os ponteiros marquem incessantemente
Ainda que a pele envelheça
Ainda que o corpo não jã não corra
E o sangue pulse com preguiça...
A matéria dará lugar a substância no espaço, 
A saber, que a vida é muito mais que a matéria que possuímos. 
E o futuro seguirá imponente como há bilhões de anos atrás.
Enquanto houver o Há de vir
haverá esperança!
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